Sei
que muitos pensam de modo contrário e que “se o amor for forte realmente supera
todos os obstáculos”. Não quero comentar sobre essa frase porque ainda duvido
da existência desse tal amor. Vamos dar continuidade ao texto...
Convenhamos que , quando se está no ensino médio àquelas preocupações super básicas sempre veem, como “Que curso fazer?”, “Humanas ou exatas?” e por aí vai. E essa situação caótica se agrava quando estamos comprometidos emocionalmente com uma pessoa que faz-nos rir a toa. Pondo em linguagem clara: um (a) namorado (a). Podendo ser também não necessariamente um namorado. Apenas alguém que mexa com você.
Aí me perguntam “O que tem isso a ver?” “Dá para conciliar os dois numa boa”. Uhum, tá! Senta lá que eu acredito. Quando se tem um (a) namorado (a) no EM você começa a fantasiar mil e umas estórias que podem vir a ser boas ou ruins, dependendo do seu estado de espírito do momento em questão.
Exemplo1 (estória boa): Você e ele (a) conciliam a instituição de ensino superior onde cursarão seus respectivos cursos e depois de formados se casam, tem três filhos, uma mansão de 1450m² e uma conta bancária de 23 milhões de reais ou dólares (como você preferir). Essa estória tem uma probabilidade muito curta de vir a acontecer na vida real.
Exemplo2 (estória ruim): Cada um ir para um canto desse imenso e adorado Brasil porque não têm coragem bastante de abrir mão de suas escolhas.
O que viria a acontecer no exemplo dois seria uma sucessão de acontecimentos, ou pode chamar de brigas, acerca do futuro dos dois e caso eles continuem quando ingressarem no ES a insegurança e também a distância faria esse relacionamento ruir (ou não). E ao pensar nesses dois tipos de estórias você começa a sofrer por antecipação (isso se você tiver alguém), a chorar e estes tipos de coisa. Geralmente são as mulheres que fazem isso. Não sei o que se passa na cabeça dos meninos que têm idade entre dezesseis e dezenove anos (adoraria saber), mas acho que eles não devem se preocupar com isso e se por um acaso se preocupam não deixam transparecer.
E então qualquer música que tenha, nem se for um verso que relate uma situação de sofrimento parecida com a sua se torna um refugio com direito até uma playlist de uma só musica que só é ouvida quando todos de sua casa vão dormir para que você possa sofrer em paz depois de um dia completamente estressante.
Talvez eu seja apenas pessimista demais ou talvez seja apenas a insegurança e o medo do futuro que tenha tomado conta de mim. Vá saber... Agora eu entendo o porquê que minha mãe vivia dizendo para eu começar a namorar depois que tivesse uma vida estável e essas coisas. Relacionamentos são complicados demais para pessoa que acabou de entrar na vida adulta. Palavras de mãe são sagradas.
Convenhamos que , quando se está no ensino médio àquelas preocupações super básicas sempre veem, como “Que curso fazer?”, “Humanas ou exatas?” e por aí vai. E essa situação caótica se agrava quando estamos comprometidos emocionalmente com uma pessoa que faz-nos rir a toa. Pondo em linguagem clara: um (a) namorado (a). Podendo ser também não necessariamente um namorado. Apenas alguém que mexa com você.
Aí me perguntam “O que tem isso a ver?” “Dá para conciliar os dois numa boa”. Uhum, tá! Senta lá que eu acredito. Quando se tem um (a) namorado (a) no EM você começa a fantasiar mil e umas estórias que podem vir a ser boas ou ruins, dependendo do seu estado de espírito do momento em questão.
Exemplo1 (estória boa): Você e ele (a) conciliam a instituição de ensino superior onde cursarão seus respectivos cursos e depois de formados se casam, tem três filhos, uma mansão de 1450m² e uma conta bancária de 23 milhões de reais ou dólares (como você preferir). Essa estória tem uma probabilidade muito curta de vir a acontecer na vida real.
Exemplo2 (estória ruim): Cada um ir para um canto desse imenso e adorado Brasil porque não têm coragem bastante de abrir mão de suas escolhas.
O que viria a acontecer no exemplo dois seria uma sucessão de acontecimentos, ou pode chamar de brigas, acerca do futuro dos dois e caso eles continuem quando ingressarem no ES a insegurança e também a distância faria esse relacionamento ruir (ou não). E ao pensar nesses dois tipos de estórias você começa a sofrer por antecipação (isso se você tiver alguém), a chorar e estes tipos de coisa. Geralmente são as mulheres que fazem isso. Não sei o que se passa na cabeça dos meninos que têm idade entre dezesseis e dezenove anos (adoraria saber), mas acho que eles não devem se preocupar com isso e se por um acaso se preocupam não deixam transparecer.
E então qualquer música que tenha, nem se for um verso que relate uma situação de sofrimento parecida com a sua se torna um refugio com direito até uma playlist de uma só musica que só é ouvida quando todos de sua casa vão dormir para que você possa sofrer em paz depois de um dia completamente estressante.
Talvez eu seja apenas pessimista demais ou talvez seja apenas a insegurança e o medo do futuro que tenha tomado conta de mim. Vá saber... Agora eu entendo o porquê que minha mãe vivia dizendo para eu começar a namorar depois que tivesse uma vida estável e essas coisas. Relacionamentos são complicados demais para pessoa que acabou de entrar na vida adulta. Palavras de mãe são sagradas.
Acho que da para conciliar sim. Exceto se você querer cursar medicina ai já é outra história kkkkkkkkkk
ResponderExcluirEu quero cursar medicina e realmente é muito complicado conciliar. Também preferi tirar minha concentração dessa área (relacionamento amoroso) enquanto não estou na faculdade e com estabilidade emocional suficiente para não ruir no primeiro problema.
ExcluirEngenharia também é assim. Todas elas, kk
ResponderExcluirIsso é terrível, mas ainda tenho fé que um dia dá certo rsrsrs
ResponderExcluirÉ claro que dá para conciliar, mas depende muito da pessoa e do tipo de relacionamento. O meu relacionamento ,por exemplo, começou à distancia, então não tenho problema nenhum em passar longe e nenhuma insegurança. Tem relacionamentos que um ajuda o outro (tipo dois nerds namorando). Isso só ajuda, porque quando estou triste tenho uma pessoa que me põe pra cima. e claro se for para namorar tem que ser pé no chão e realista. pode criar o futuro? sim, mas seja realista.
ResponderExcluirIsso tem enorme dependência quem compõe o casal, se os dois estudam, tem seus objetivos bem traçados (curso, universidade), tem a consciência que não podem estar a todo o momento se comunicando e estipulam uma espécie de cronograma para os momentos que podem ou não estar juntos e há um incentivo mutuo dá muito certo a combinação namoro e estudos, aliás, para casos como esses sofrer por não poder namorar por conta do vestibular tira muito mais o foco.
ResponderExcluirRealmente esse texto por ser com base dedutiva é muito relativo com fotos que acontece na vida da faixa etária minha, tenho 17 anos! achou melhor arisca uma chance, nao custa nada só tem consequência boa ou ruim.
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